Ameba rara e altamente mortal vive em lagos e come ‘cérebro’ humano

Meningoencefalite amebiana primária é letal em 97% dos casos.

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Foto: Divulgação

Casos recentes fizeram alguns países se depararem com uma infecção cerebral de nome difícil, ocorrência rara e alta letalidade: a meningoencefalite amebiana primária.

No mês passado, um surfista morreu após contrair a infecção, decorrente de uma ameba (um tipo de organismo unicelular), em uma piscina de ondas no Texas, Estados Unidos.
Temperaturas quentes favorecem o desenvolvimento do microrganismo: por isso, a maioria dos casos ocorre no verão.

Os sintomas iniciais se parecem com os de uma meningite bacteriana, como dor de cabeça, febre e náusea; com a piora, podem surgir torcicolo, perda de equilíbrio e convulsões.
Felizmente, trata-se de uma infecção rara.

De acordo com o CDC, apenas 143 pessoas contraíram essa infecção nos Estados Unidos entre 1962 e 2017. No entanto, somente quatro sobreviveram. No Brasil, estudos da década de 80 indicaram registros de cinco casos da infecção no país.

Fonte: G1

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