Amy Winehouse na voz de Kelly Carvalho

Recebemos na bancada do Programa Papos de Mulher deste sábado (21), a cantora Kelly Carvalho.

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Foto: Kainan Oliveira

Recebemos na bancada do Programa Papos de Mulher deste sábado (21), a cantora Kelly Carvalho, para contar como é o mundo feminino na área da música. Kelly é responsável por reproduzir o singular som da diva Amy Winehouse, britânica que faleceu em 2011 após uma overdose.


ouça a entrevista

 


Kelly explica que a ideia de homenagear Amy Winehouse surgiu a partir dos irmãos Guilherme e Vinicius Escobar. Ela conta que nesse momento, George Miglioransa “Joe”, publicitário de Lajeado, conheceu ela e a indicou para ocupar o vocal, pois seus traços lembravam a diva do Soul e, além disso, é contralto, mesma extensão vocal da cantora.

O tributo à britânica é feito pela Mr. Soul Band. Kelly avalia que o cenário musical do Vale do Taquari é pouco alternativo, contudo, deve sofrer transformações em um prazo mais distante. “Estou tentando ainda conquistar um espaço para que as pessoas conheçam a vida do artista primeiramente antes de ter uma opinião formada”, destaca.

Kelly destaca que é muito gratificante ocupar o vocal da banda e, principalmente, buscar imortalizar o estilo de Amy. Agenda e mais informações podem ser encontradas pelo Facebook da banda. Além disso, o contato de telefone é (51) 98106.0126. KO

Confira edição do pratas da casa com a banda mr. soul band


Pesquisa mostra difusão de metade das notícias falsas no WhatsApp em grupos de família

com Natalia Ribeiro

 

Você tem um tio que fica mandando notícias falsas no grupo de família? Você não está só. Metade dos boatos que circularam no WhatsApp sobre a vereadora carioca assassinada no mês passado, Marielle Franco (PSOL), foi em grupos de família. O dado é resultado de uma pesquisa inédita feita pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital, da USP (Universidade de São Paulo), com respostas de 2.520 pessoas a um questionário online elaborado pelo grupo.

Após limpar os dados e restringi-los aos boatos mais disseminados, segundo os resultados, os pesquisadores reuniram 1.145 respostas de pessoas que disseram ter recebido variações de textos dizendo que Marielle era ex-mulher do traficante Marcinho VP e que havia engravidado dele aos 16 anos, ou, em menor quantidade, uma foto que supostamente mostrava Marielle sentada no colo de Marcinho VP (não eram ela nem ele na imagem).

Os boatos sobre Marielle começaram a ser espalhados pelo WhatsApp na mesma noite em que ela foi assassinada. Nos dias seguintes, foram parar no Twitter e no Facebook. O WhatsApp, aplicativo de mensagens por celular extremamente disseminado no Brasil, é visto como uma das redes mais propícias para a difusão de notícias falsas. Como é um aplicativo de mensagens privadas e não tem caráter público, é difícil rastrear as “fake news” espalhadas ali e avaliar seu alcance, o que preocupa pesquisadores, especialmente considerando como isso poderá ocorrer nas eleições brasileiras em 2018. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua de 2016, do IBGE, mostram que a atividade mais popular entre os brasileiros, ao usar a internet, é trocar mensagens por meio de aplicativos – 94,5% dos brasileiros responderam que usam a internet para fazer isso.

Segundo a pesquisa da USP, o boato dominante no caso de Marielle foram variações de um texto ligando a vereadora a Marcinho VP. Foi recebido por 916 pessoas que responderam ao questionário. Dessas pessoas, 51% responderam ter recebido o texto em grupos de família no WhatsApp; 32%, em grupos de amigos; 9% em grupos de colegas de trabalho e 9% em grupos ou mensagens diretas.

A imagem que mostraria Marielle no colo de Marcinho VP foi recebida por 229 pessoas que responderam ao questionário – 41% delas disseram ter recebido a foto em grupos de família. Pablo Ortellado, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo (USP) e autor do estudo ao lado do pesquisador Márcio Ribeiro, ressalta que, apesar dos dados, não se sabe a distribuição dos tipos de grupos no WhatsApp pela população.

A pesquisa online feita pela USP perguntava qual boato foi recebido, dia e horário exatos, onde o boato foi recebido e dados do usuário, como gênero, idade, cidade e nível de estudo. O formulário foi divulgada nas páginas de Marielle Franco no Facebook e na página Quebrando o Tabu – a página, uma das maiores brasileiras no Facebook, tem 8,6 milhões de curtidas e publicações mais alinhadas com a esquerda. Os dados demográficos da pesquisa, portanto, podem acabar refletindo os da página, explicam os pesquisadores. A maioria das respostas vieram de mulheres com pouco mais de 20 anos.

Outros boatos disseminados, mas que não chegaram a ter representatividade como os citados acima, foram um vídeo que mostrava supostos assaltantes de bermuda e chinelo, ligando-os ao tráfico, e uma sequência de arquivos de áudio relatando que o crime havia sido obra do Comando Vermelho. Essa foi outra descoberta do estudo: a forma mais disseminada dos boatos foi também a mais simples, ou seja, em texto, e não vídeo, fotos ou áudios. Outras simulações ajudam a compor o estudo.

Fonte: G1


Na Cozinha: Carambolas em Calda

com Daniel Bortolini

 

Ingredientes:

15 carambolas
500 g de açúcar
cravo
canela

Preparo:

Lavar bem as carambolas, cortá-las em formato de estrelas e deixá-las de molho em água. Em uma panela, fazer uma calda com o açúcar, o cravo e a canela. Deixar a calda engrossar. Colocar as carambolas cortadas e escorridas na calda. Ferver por cerca de 40 minutos. Desligar o fogo e deixar descansar. Acomodar o doce em um recipiente e levar a geladeira. De preferência, sirva gelado.

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