Celso Cervi diz que Lorival Silveira não traiu o PP em votação da Mesa Diretora da Câmara de Lajeado

Leia as informações exclusivas e opiniões da coluna neste sábado.

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Injustiça

A Coluna foi procurada por Celso Cervi, do MDB, para esclarecer sobre a votação da Mesa Diretora da Câmara de Lajeado. “Estão cometendo uma injustiça com o vereador Lorival Silveira”, declarou Cervi, dizendo que ele votou de forma consciente, honrou um acordo e não traiu o seu partido, o PP. Celso apresentou cópia de um documento de 9 de dezembro de 2017 assinado pelos vereadores Carlos Ranzi, Marquinhos Scheffer, Eder Sphor, Sérgio Rambo, Sérgio Kniphoff, Nilson Doarte, Paulo Tori, Neca Dalmoro e Ildo Salvi. Waldir Blau não esteve no encontro, mas também concordava com os termos, o mesmo valendo com Lorival. No documento consta que o presidente em 2018 seria Eder Sphor; em 2019 ficaria entre Neca Dalmoro, Ildo Salvi ou Paulo Tori (como os dois últimos desistiram do acordo e votariam na outra chapa, por isso a escolha de Neca para presidente); e em 2020 a definição do presidente ficaria entre Lorival e Mariela Portz (como Mariela votou contra neste ano, Lorival deverá presidir a Câmara no ano que vem). Celso Cervi parabenizou os vereadores que “com maturidade cumpriram o acordo” e o fato de que os partidos de oposição controlarão pelo terceiro ano consecutivo o Legislativo lajeadense.

 

Indefinido

Ex-secretário e candidato a deputado estadual pelo NOVO, Douglas Sandri, acredita que na segunda quinzena de janeiro terá uma definição sobre seu futuro. Douglas é próximo de Marcel Van Hattem, deputado federal mais votado do RS e assumir uma assessoria do parlamentar pode ser uma das alternativas. Mas Sandri não descarta outras possibilidades.

No PP

É questão de tempo o ingresso de Ildo Salvi (Rede) e Nilson Do Arte (PT) no Partido Progressista. A votação para a escolha da nova mesa diretora da Câmara em dezembro mostrou o caminho dos dois.

Com dinheiro

Prefeito de Teutônia Jonatan Bronstrup (PSDB) comemora o fato de ter fechado o ano de 2018 com dinheiro em caixa nas contas públicas do município. O saldo positivo passou dos R$ 6,5 milhões. É o maior superávit dos municípios da região. Estrela, Lajeado e Arroio do Meio também tiveram saldo no azul.

Das antigas

Em pleno 2019 ainda tem Prefeitura da região com setores sem informatização. O uso da velha e boa máquina de escrever se faz presente em pleno século 21.

Para onde vão?

Alegando interferência do comando estadual um grupo decidiu sair do PR de Estrela. A retirada em bando, em torno de 70 filiados, ocorreu na sexta-feira. Entre os que deixaram a sigla estão Joel Mallmann (foto) e Eduardo Wagner, que já concorreram a prefeito na cidade. PSL e Democratas são partidos sondados para ingresso do grupo.

Eduardo Wagner (e) e o então presidente do PR de Estrela, Joel Mallmann (Foto: Tiago Silva)

Infeliz

Se disse arrependida e que não foi compreendida, mas pegou mal a declaração da ministra Damaris Alves, sobre a história dos meninos usarem azul e as meninas rosa. Ela precisa aprender que nem tudo que se pensa deve ser falado. Ainda mais na função que exerce.

Continua igual

Questionada pela Coluna, a Coordenadora da Educação, Greicy Weschenfelder, disse que continua trabalhando normalmente. Por e-mail, ela recebeu o seguinte recado esta semana: “Conforme determinação do Secretário todos os diretores e coordenadores deverão continuar trabalhando normalmente até segunda ordem. Vamos aguardar novas orientações.” O mesmo vale para as demais coordenadorias regionais. Segue tudo igual.

Prestígio

A convite do presidente Jair Bolsonaro, e do vice, General Mourão, o deputado estadual mais votado do RS, Luciano Zucco (PSL), participou de todas as etapas da solenidade de posse, em Brasília, na última terça-feira. Zucco deverá aproveitar a proximidade para buscar apoio federal para implantar iniciativas nas áreas de segurança e de educação, duas de suas principais plataformas para exercer o mandato na Assembleia Legislativa.

Foto: arquivo pessoal

Alto custo

A PF estima que gasta em torno de R$ 10 mil todos os dias para manter Lula na Superintendência em Curitiba. Se estivesse num presídio o custo médio seria de R$ 2,5 mil por mês. A presença de Lula exige destacamento de agentes extras e sistema de segurança reforçado. Preso em Curitiba, o condenado por corrupção e lavagem de dinheiro fica em sala individual, com TV e banheiro, incluindo água quente.


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