Grêmio perde no Tribunal e River Plate vai à final da Libertadores

Time gaúcho se baseava na punição da Conmebol a Marcelo Gallardo, que não poderia ter contato com sua comissão técnica ou acessar vestiários na Arena.

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River perdeu primeira partida (1 a 0), mas venceu segunda (2 a 1) contra Grêmio. (Foto: Reprodução)

O Grêmio perdeu neste sábado (3) a apelação que fez à Conmebol para reverter o resultado da semifinal da Copa Libertadores. O time gaúcho entende que o técnico Marcelo Gallardo descumpriu um regulamento da competição e, por isso, o River Plate deveria perder os pontos da partida, na Arena, em Porto Alegre (RS).

Com a decisão do Tribunal Disciplinar, órgão autônomo da entidade sul-americana, o River Plate mantém sua classificação à final. A equipe tem pela frente o clássico contra o rival Boca Juniors, em 10 e 24 deste mês, em La Bombonera e no Monumental de Núñez.

O comunicado da entidade sul-americana já prevê o recurso do Grêmio. A equipe tem sete dias para entrar com novo pedido de anulação do resultado. Por outro lado, o River Plate terá de pagar multa de US$ 50 mil (aproximadamente R$ 185 mil). Mais do que isso, não terá Gallardo na primeira partida da final e em outras três partidas. Assim, Gallardo poderá trabalhar no jogo do Monumental por exemplo.

Ainda na sexta, a Conmebol confirmou o árbitro Roberto Tobar (Chile) para a primeira partida da final, mas com o aviso que a decisão estaria “sujeita a decisão do Tribunal Disciplinar sobre o questionamento do Grêmio”.

Gallardo foi punido por atraso no reinício ainda da partida de ida das semifinais. O técnico então deveria acompanhar a partida isolado na Arena do Grêmio, sem comunicação com a comissão técnica ou acesso ao vestiário por exemplo. O treinador admitiu ter descumprido as regras da Conmebol.

O Grêmio fez uma força tarefa para conseguir chegar em tempo do julgamento. Avisado pela Conmebol na noite da última quinta, os representantes Nestor Hein (diretor jurídico), Leonardo Lamachia, Henrique Pinto e Jorge Petersen (todos advogados) e Carlos Amoedo (CEO) tiveram um avião fretado para acompanhar a atividade em Luque.

Fonte: R7

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