Pesquisa revela que mulheres não relatam problemas de incontinência urinária

Condição impacta na qualidade de vida.

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Foto: Ilustração

A pesquisa realizada pela Universidade de Michigan revela que quase metade das mulheres acima dos 50 sofre com incontinência urinária, mas dois terços não falam sobre isso com seu médico. Mais de mil mulheres, entre 50 e 80 anos, foram ouvidas – dessas, 43% na faixa entre os 50 e 60 relataram experiências de incontinência; acima dos 65, o percentual subia para 51%. Apenas 38% faziam exercícios para fortalecer os músculos da região pélvica.

Acima dos 65 anos, pelo menos 30% dos indivíduos apresentam esse quadro, que pode se tornar um transtorno social. A incontinência está associada a um esforço, como rir, tossir ou espirrar, quando a musculatura do assoalho pélvico não consegue reter a urina. Segundo o levantamento, a maioria das mulheres acabava apelando para protetores de calcinha ou roupas íntimas descartáveis, além de ingerir menos líquidos e até usar roupas escuras. Uma das conclusões do estudo é a necessidade de os médicos incluírem perguntas sobre incontinência quando conversam com suas pacientes.

Entre as entrevistadas, 79% apontaram tossir e espirrar como os fatore mais comuns apontados para levar à perda involuntária de urina. Para 49%, a incontinência ocorria quando riam, enquanto 37% disseram que era quando se exercitavam. Um terço das mulheres relatou enfrentar o embaraço quase diariamente.

Fonte: G1

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