Sindilojas, CDL e Prefeitura de Lajeado realizarão campanha sobre o comércio irregular

Presidente do Sindilojas, Francisco Carlos Weimer dos Santos, e diretor da CDL Lajeado, Heinz Rockenbach, afirmam necessidade do comércio ambulante cumprir com as leis vigentes.

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Foto: Reprodução

O comércio ambulante de Lajeado segue sendo pauta entre as entidades lojistas e administração de Lajeado. O Sindicato dos Lojistas do Comércio do Vale do Taquari (Sindilojas VT) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Lajeado (CDL) já se posicionaram contra o comércio irregular, que afeta a dinâmica operacional daqueles que seguem a lei e cumprem as normalidades asseguradas perante leis trabalhistas e empreendedoras.


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De acordo com o dirigente da CDL Heinz Rockenbach, são diversas reclamações dos lojistas a respeito da comercialização irregular, uma vez que a quantia de encargos e tributos, além de despesas fixas, não são cumpridas por esse modelo. Rockenbach cita que o comércio ambulante pode ser exercido, contudo, deve estar de acordo com as leis municipais.

Para Francisco Carlos Weimer dos Santos, o Kiko, presidente do Sindilojas, a informalidade está tomando conta, o que prejudica o lojista. Ele destaca que, muitas vezes, a população apoia esse tipo de irregularidade, o que atrapalha a fiscalização e a arrecadação de impostos. “Existe uma lei e nós só estamos cobrando que ela seja cumprida. Para isso, seria interessante uma fiscalização mais enérgica pelos órgãos de segurança”, frisa.

Os diretores destacam ainda que esse tipo de ação gera uma concorrência desleal com quem gera impostos, empregos e fluxo à economia regional. Para realizar uma ação de conscientização junto à população, a CDL, o Sindilojas e a Prefeitura de Lajeado estarão lançando uma campanha. O “ponto-chave” da ação será o consumo responsável de produtos com procedência.


Camelódromo

De acordo com os representantes, tanto as entidades quanto o Prefeito Marcelo Caumo já se colocaram contra a implantação de um espaço para esse tipo de comércio. Eles explicam que a legislação municipal já garante áreas para o comércio ambulante. “A gente vai estar oficializando a pirataria com um camelódromo”, destaca Weimer.

Rockenbach frisa que a administração já procurou os ambulantes para a regularização e orientação. “A gente sabe que por trás desses produtos podem existir inúmeros outros contextos, inclusive, criminalidade”, comenta. KO

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