A dança: o que pode um corpo?

Gabi Munhoz conta um pouco da sua relação com a dança, enquanto atriz, e traz o depoimento do seu professor de dança Alexandre Bitdinger, da escola Empire of Dance, de Lajeado


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Foto: Ilustrativa / Pixabay

Hoje o quadro “Arte pra não artista” traz uma reflexão sobre a dança. Dança, essa arte que vem desde a antiguidade. Há registros do surgimento da dança há mais de 2 mil anos em rituais religiosos; não só pra pedir como pra agradecer aos deuses pelo sol e a chuva.

Gabi Munhoz conta um pouco da sua relação com a dança, enquanto atriz, e traz o depoimento do seu professor de dança Alexandre Bitdinger, da escola Empire of Dance, de Lajeado. Alexandre traz uma história de superação e paixão com a dança, compartilhando um relato pessoal dele.


ouça o quadro

 


Com a pandemia, Gabi reflete sobre a dificuldade que os dançarinos enfrentaram em ter que fazer a transição pro online, embora também perceba uma maior adesão de pessoas que nunca se relacionaram com a dança e buscaram se movimentar e se aventurar nos tempos de isolamento. Ela aponta que isso parece estar conectado com a mudança de comportamento dessa era pandêmica.

“Acredito que as pessoas estão querendo tomar mais as rédeas das suas vidas, viver mais na intensidade, dar potência ao corpo, aos encontros e relações. Acho que a gente tá querendo investir em se fazer bem, se sentir pulsante, mais ainda agora. E eu to achando isso um máximo!” Esses dias li num livro da Sueli Rolnik que “os períodos de convulsão são sempre os mais difíceis de viver, mas é neles também que a vida grita mais alto e desperta aqueles que ainda não sucumbiram à condição de zumbis – uma condição que estamos todos predestinados pela cafetinagem da pulsão vital”.

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