“A escola é um ambiente seguro, onde a criança pode transitar”, defende presidente do Sinepe/RS

Bruno Eizerik afirma que não houve notícia de incidente na primeira semana de volta às aulas na rede privada.


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Bruno Eizerik, presidente do Sinepe/RS (Foto: Divulgação)

Uma semana após o retorno das aulas da Educação Infantil na rede privada na região, o presidente do Sinepe/RS, Bruno Eizerik, afirma que foi “uma primeira semana bastante tranquila, não tivemos notícia de algum incidente, algum problema que tenha ocorrido”. “É um retorno tranquilo, um retorno sereno”, observa ele, em entrevista ao Redação no Ar desta segunda-feira (21). Conforme ele, nas escolas, cerca de 60% dos alunos voltaram a frequentar os espaços, que ficaram fechados desde o início da pandemia de coronavírus. A volta aos ambientes escolares é facultativo aos pais.


ouça a entrevista

 


Eizerik se apoia na segurança dos protocolos. “A escola, para que ela possa abrir, tem que elaborar um plano e esse plano tem regras muito rígidas sobre distanciamento entre alunos e que envolvem limpeza também, uso do álcool”, lembra.

“A escola, neste momento, é um ambiente seguro, um ambiente onde a criança pode transitar porque uma serie de medidas que envolvem distanciamento e medidas sanitárias foram tomadas”, explana.

O presidente do Sinepe/RS defende que o Ensino Fundamental, na rede privada, possa adiantar seu calendário de retorno, previsto para 11 de novembro. Eizerik diz que “não encontramos explicação” para a distância nas datas.

O gestor também compara a situação no RS com Manaus, no Amazonas, uma das cidades pioneiras no retorno das atividades escolares. Conforme ele, “na rede privada não tem informações de contaminação em sala de aula, no ambiente escolar”. Eizerik observa que os casos relatados ocorreram nas escolas públicas.

O profissional da educação elogia a rede privada, que, segundo ele, foi ágil para que, assim que houve o fechamento das escolas, iniciar com as atividades remotas de ensino. “Temos que ir passo a passo, aprendendo com o que estamos fazendo”, defende.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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