“A ideia é que, quando o criminoso pensar em entrar em Lajeado, ele pense duas vezes”, afirma presidente do Instituto Ipê Amarelo

Desde sua criação, o instituto já mediu investimentos que superam R$ 2 milhões em segurança pública


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Foto: Tiago Silva

O Instituto Cultural Ipê Amarelo foi formalizado em 4 de julho de 2019, no Vale do Taquari, como uma ferramenta para atingir o bem comum que é a melhoria das condições para a comunidade. Por meio dele, a sociedade civil pode participar ativamente do processo, ao ajudar a equipar as polícias que atuam na região.

Desde sua criação, o instituto já mediu investimentos que superam R$ 2 milhões em segurança pública. São pelo menos cinco viaturas, armamentos, eletrônicos, coletes balísticos e capacetes, entre outros equipamentos. “A nossa ideia é que, quando o criminoso pensar em entrar em Lajeado, ele pense duas vezes, porque aqui a vida dele não será fácil”, ressalta o presidente do instituto, Giuliano Valduga.

Os olhares dos empresários que lideram o projeto são voltados tanto para a parte repressiva como para a investigativa. Além disso, o Ipê Amarelo não atua somente em Lajeado. Ele está atento às demandas e também é demandado pelas polícias da região. Agora, por exemplo, atua com o titular da Delegacia de Polícia por um projeto para novas instalações da corporação no município.

Conforme explica Andre Kieling, diretor de projetos do instituto, o Ipê Amarelo trabalha com o sistema de comodato para que os equipamentos repassados aos órgãos de segurança fiquem efetivamente no Vale do Taquari. Ele ressalta que a entidade busca atuar em situações em que o Estado não consegue chegar. Atualmente, são 50 colaboradores.

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