A participação social como um mecanismo para uma sociedade melhor

Por Cíntia Agostini, economista e presidente do Codevat.


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A Constituição brasileira de 1988 é reconhecida como o marco normativo que viabiliza uma maior participação social. Desde esse período, instituíram-se mecanismos e estruturas de participação pública, desde audiências públicas até conselhos de participação social. Por exemplo, os conselhos instituídos nos municípios por força da lei, é um rico espaço de participação popular. No caso do Rio Grande do Sul, os Conselhos Regionais de Desenvolvimento, ao qual o nosso Codevat faz parte, são precursores no processo de participação social em prol do desenvolvimento das nossas regiões.


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Além deste, a Consulta Popular, que ocorre anualmente, permite aos cidadãos decidir em quais projetos vai ser investido um recurso determinado pelo Governo do Estado. No entanto, a maior parte da sociedade só percebe sua participação em momentos como esse, pré eleitoral e eleitoral. É nesse período que muito se fala de participação social, que muito nos perguntam nossas percepções sobre temas e problemas locais e, por fim, é no voto que ocorre em novembro, que podemos todos exercer a participação social direta.

Apesar de muitos não compreenderem a riqueza desse momento participativo, é fundamental e decisivo para a sociedade, para os nossos municípios e para todos nós, que sejamos participativos, que tratemos dos temas de interesse coletivo e que façamos nossa contribuição pessoal e coletiva, para que tenhamos representantes a altura das necessidades sociais dos municípios e da região do Vale do Taquari.

Por Cíntia Agostini, economista e presidente do Codevat

 

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