“A Secretaria da Cultura, Esporte e Lazer está autorizada a programar a Semana Farroupilha em Lajeado”, afirma Marcelo Caumo

Formato das atividades e os níveis de protocolos vão depender do estágio da pandemia de coronavírus


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Prefeito destaca que a circulação do vírus está em queda em Lajeado (Foto: Tiago Silva)

Lajeado começa a pensar, com cautela, no retorno dos eventos, paralisados em função da pandemia de coronavírus. É o que conta o prefeito Marcelo Caumo em entrevista à Rádio Independente nesta sexta-feira (25). “A Secretaria da Cultura, Esporte e Lazer (Secel) está autorizada a programar a Semana Farroupilha”, adianta o chefe do Executivo.


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Caumo lembra do sucesso que foi o evento realizado em 2019, com acampamentos no Parque dos Dick, no centro da cidade. Ele reforça que a Semana Farroupilha não será nos mesmos moldes, pois incluirá todos os cuidados necessários para evitar casos de Covid-19. Os protocolos necessários ao evento ainda estão em estudo pela administração municipal.

A evolução da organização vai depender do quadro da pandemia em Lajeado, destaca Caumo. “É fundamental avançar a vacinação”, afirma. “Quando o percentual de vacinação for aumentado, a gente consegue liberar uma quantidade mais expressiva de eventos.”

O prefeito já vislumbra um final de ano diferente do que foi em 2020, “com programações bem mais expressivas”. Caumo não adianta, porém, as atrações e os formatos cogitados
De acordo com o chefe do Executivo lajeadense, a circulação do vírus está em queda em Lajeado, “mas não significa que cuidados serão reduzidos”, pontua.

Quarta-feira (30) deve ocorrer nova rodada de conversas da Prefeitura de Lajeado com segmentos de comércio, indústria, setor de eventos e demais atores locais para avaliar os números da pandemia e determinar possíveis flexibilizações nas restrições.

Caumo aponta que a procura por leitos e a rotatividade de internações no Hospital Bruno Born (HBB) têm sido pequena. Porém, os pacientes – os não vacinados – têm ficado mais tempo internados. O prefeito lembra que o atual estágio é diferente de momentos mais críticos, quando havia grande procura e grande ocupação de leitos.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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