Ágatha Rodrigues dos Santos foi violentada e morta por asfixia, aponta laudo do IML

A Polícia Civil considera o caso encerrado, porém, o Instituto-Geral de Perícias (IGP) vai analisar ainda provas técnicas


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Foto: Bombeiros / Divulgação

A menina Ágatha Rodrigues do Santos sofreu violência sexual e foi morta por asfixia decorrente por afogamento. Foi o que atestou o laudo do Instituto Médico Legal (IML), dando por concluída as investigações da Polícia Civil sobre o assassinato da criança, no sábado, 4 de setembro, na beira do Rio Taquari, em Lajeado.

O suspeito é um homem de 35 anos, que costumava frequentar a casa da família. Conforme o delegado Humberto Messa Röehrig, ele responderá por estupro de vulnerável e homicídio qualificado. “São dois crimes: estupro de vulnerável que a pena varia de oito à quinze anos, e homicídio qualificado com uma pena variando de doze a quinze anos, mais implicações da lei de crime hediondo”, afirma.

A mãe da menina responderá por crime de menor potencial ofensivo, por permitir que a criança saísse de casa com o suspeito.

A Polícia Civil considera o caso encerrado, porém, o Instituto-Geral de Perícias (IGP) ainda vai analisar provas técnicas. O suspeito da morte de Ágatha foi transferido do Presídio Estadual de Lajeado, na quarta-feira (8), para o Presídio de Sobradinho, no Vale do Rio Pardo, pois havia sido ameaçado de morte. CC

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