Amvat volta a permitir realização de eventos e atividades esportivas

Os municípios que quiserem permitir estas atividades devem seguir os protocolos do Decreto Estadual, podendo estabelecer regras mais restritivas


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A Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat) discutiu em assembleia virtual nesta sexta-feira (21) a retomada ou não de esportes coletivos amadores e de eventos infantis, sociais e de entretenimento na região.

As duas situações foram colocadas em votação e a maioria optou pelo retorno. Os municípios  que quiserem permitir estas atividades devem seguir os protocolos do Decreto Estadual, podendo, no entanto, estabelecer regras mais restritivas. O tema voltará a ser deliberado na assembleia da próxima semana, agendada para a próxima sexta-feira (28). Essas atividades estavam proibidas desde a semana passada. 

O assessor jurídico da Amvat Juliano André Heisler, observou que houve um aumento do número de novas infecções por coronavírus na região, o que faz a entidade estar em alerta. “Há um aumento de casos e isso é motivo de preocupação. Temos que nos fazer presente na comunidade, se não com a proibição das atividades, mas com intensa orientação. Orientamos que os municípios produzam materiais informativos e que a fiscalização seja presente para evitar um aumento de contágio”, comenta.

No entanto, o prefeito de Estrela Elmar Schneider, disse que não é o momento de restringir essas atividades, pois são setores que já sofreram bastante. “Está mais do que na hora de permitirmos a volta do esporte, dos nossos parques para que as mães levem suas crianças. Por que não permitir a música ao vivo com pessoas sentadas? Esse setor passa por muita dificuldade”, declara.

Diferente do que observou o prefeito de Colinas Sandro Herrmann, que disse que percebe um aumento no número de casos em seu município. “A gente vê um aumento no número de casos e isso deve acontecer em todos os municípios. Mesmo que não tenhamos posição do Estado em relação a nossa região devemos ser prudentes para que se possa manter a educação funcionando”, sugere.

Texto: Caroline Silva
jornalismo@independente.com.br


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