Amvat recomenda que municípios adotem regras do Estado no distanciamento

Orientações têm objetivo de evitar a disseminação da Covid-19.


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Foto: Divulgação

O Governo do Estado autorizou, a partir da terça-feira (15), a adoção da Cogestão Regional do Modelo de Distanciamento Controlado, no qual as associações de municípios podem adotar protocolos próprios. No entanto, diante do aumento no número de casos e a necessidade de medidas para reduzir a contaminação pelo novo Coronavírus, a Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat) está recomendando aos municípios que sejam adotadas as regras do Decreto Estadual.

Como sugestão, a Amvat também recomenda o decreto publicado pelo município de Lajeado, sob nº 11.969, de 15 de dezembro, pelo qual adotou regras quanto aos estabelecimentos de alimentação e bebidas, os quais podem atender até às 23h.

Entre outras determinações, os proprietários devem providenciar para que os clientes permaneçam sentados enquanto estiverem no local. Também fica proibida a utilização de mesas com mais de seis pessoas, devendo ser respeitado o distanciamento de dois metros entre as mesmas.

Os proprietários precisam ainda observar para que as pessoas, obrigatoriamente, usem a máscara no rosto, exceto nos momentos em que estiverem se alimentando e bebendo. Não é permitida música ao vivo nem pistas de dança.

Pelo decreto de Lajeado, recomendando a ser seguido pela região, consta também que as lojas de conveniência, food trucks, lanchonetes, lancherias e similares podem atender somente até as 23h. Já cultos e missas de todas as religiões devem observar a ocupação de no máximo 30% da capacidade.

Os esportes e as competições esportivas coletivas ficam suspensas, conforme determina o modelo de distanciamento controlado do Estado. O não cumprimento das medidas prevê penalidades que vão desde advertência e multa até interdição do estabelecimento e cassação do alvará.

Conforme o presidente da Amvat e prefeito de Imigrante, Celso Kaplan, neste momento é preciso que todos se unam para evitar a disseminação da doença. “Contamos com o apoio de todos os municípios para que a situação não venha a se tornar mais grave, causando prejuízos a toda a comunidade regional”, observa Kaplan. AI/RC

 

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