Amvat tem recurso indeferido e região se mantém na bandeira vermelha

Apesar do resultado negativo, presidente da Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat), Celso Kaplan (PP) ressalta alguns avanços com relação às flexibilizações.


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Foto: Reprodução / Arquivo

A Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat) aguarda a resposta de forma oficial sobre o recurso regional que visa reverter a classificação preliminar do Governo do Estado, em vigor desde a terça-feira (4).


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A situação não foi deferida, revelou o presidente da Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat) e prefeito de Imigrante, Celso Kaplan (PP), em entrevista ao programa Redação no Ar desta quinta-feira (6). Apesar das informações serem negativas, o Celso ressalta alguns avanços com relação às flexibilizações.

Além da demora no retorno do governo do Rio Grande do Sul, o presidente critica o cálculo da bandeira da região. “Considerar 42 internações dos meses anteriores, isso desanima”, desabafa.

Segundo o presidente, o governo do Estado acredita que foi uma falha de lançamento por parte dos hospitais ou vigilância dos municípios. “O Vale não pode pagar por uma ingerência de algum setor, isso requer uma auditoria do próprio Estado”, defende. “Essas pessoas que estavam internadas, já estão todas curadas. É justo isso?”, indaga.
Kaplan não acredita no modelo de distanciamento controlado como está. “Não é justo a forma que estão calculando”, diz o responsável, questionado às internações oriundas de outros municípios.

Ao final da entrevista, Lelo afirmou ainda não ter conhecimento das exigências do decreto de cogestão no Distanciamento Controlado e indica que a região já tem uma ideia de como será o comitê onde os municípios poderão definir os protocolos específicos para cada setor econômico, de acordo com suas peculiaridades. “O modelo precisa ser mais claro”, conclui.

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