Apae de Encantado adota sistema de energia fotovoltaica

Estimativa é que tecnologia produza 75% da energia consumida no mês.


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A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), de Encantado, passou a contar desde o último dia 8 de setembro, com a produção de energia fotovoltaica. O sistema visa suprir a demanda da Escola Recanto Encantado, Clínica de Reabilitação Intelectual e Lavanderia, todas localizadas na sede da instituição, além do consumo do Centro Especializado de Reabilitação Física e Auditiva (CER II), atualmente sob gestão da entidade.

Através de 256 painéis instalados no telhado da entidade, a estimativa é produzir 14.521 KWH/h ao mês, o que corresponde a mais 75% da energia consumida mensalmente. A economia média será de mais de R$ 12 mil ao mês e a perspectiva inicial é que, no período de cinco anos, o valor investido seja recuperado. A Apae investiu o montante de R$ 440 mil, por meio de financiamento junto ao Sicredi Região dos Vales. A execução da obra ficou a cargo da Solard – Serviços de Tecnologia LTDA, empresa instalada no Parque Científico e Tecnológico da

Univates

Conforme o presidente da instituição encantadense, Felipe Henrique Giaretta, a implementação do sistema de produção e aproveitamento da energia solar foi uma ideia gestada pela diretoria. “Além da utilização de energia limpa, produzida sem agressão ao meio ambiente, visamos a racionalização dos recursos da entidade. Assim podemos reinvestir a economia na ampliação quantitativa e qualitativa dos serviços prestados gratuitamente pela Apae”, explica. A associação é responsável pela realização de mil atendimentos mensais em sua Clínica de Reabilitação Intelectual e atende noventa e cinco usuários diariamente nas áreas de Educação e Assistência Social. No Centro Especializado de Reabilitação Física e Auditiva, que atualmente recebe pacientes de todo Vale do Taquari, são realizados em média 3 mil procedimentos ao mês, todos oferecidos gratuitamente.

Estação de tratamento

É executado ainda, projeto para instalação de uma estação de tratamento para reutilização de água utilizada pela lavanderia da entidade, diminuindo assim substancialmente os impactos da atividade na natureza. O projeto conta com o trabalho de voluntários das áreas das engenharias civil e ambiental. Porém, para sair do papel, a APAE carece de recursos financeiros. AI/RC


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