Para ajudar a garantir que a ordem judicial seja cumprida, a ONG criou um aplicativo para smartphone, lançada no final de 2015, que funciona como botão de pânico para a proteção de mulheres vítimas de violência. O app ainda está em fase de testes.

Por enquanto, sete mulheres fazem uso da ferramenta. Outras quatro já experimentaram, mas desativaram depois que os agressores pararam de fazer ameaças.

Bastam quatro toques no celular para que policiais militares sejam acionados. Através do aplicativo, as mulheres têm prioridade de atendimento no 190, ao lado de homicídios, latrocínios e sequestros.

O projeto piloto é restrito ao bairro Restinga e deve ser ampliado para a Vila Cruzeiro. Mais sete usuárias deverão ser selecionadas ainda neste ano. No interior do estado, os testes também devem começar em 2017.
A expansão, entretanto, depende de avaliação, pois pode acabar esbarrando na faltar de estrutura da Brigada Militar, que precisa deslocar uma viatura assim que o botão é acionado.

Fonte: G1

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