Após 2 meses, italianos voltam ao trabalho, mas ainda não podem encontrar amigos

O país, epicentro inicial de contaminação do coronavírus fora da China, foi o primeiro do mundo a entrar inteiramente em confinamento.


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Miguel Medida / AFP / Folha de São Paulo / Divulgação

Foram 56 dias, oito semanas, de uma quarentena que obrigou 60 milhões de pessoas a ficar em casa. Mas, nesta segunda-feira (4), a Itália começou a reabrir suas cidades, em meio a muitas incertezas.

O país, epicentro inicial de contaminação do coronavírus fora da China, foi o primeiro do mundo a entrar inteiramente em confinamento. E agora experimenta como recomeçar parte das atividades econômicas e sociais e, ao mesmo, conviver com o vírus.

Depois de 29 mil mortes e mais de 211 mil contaminados, a Itália ainda tem 100 mil pessoas atualmente diagnosticadas com a Covid-19, internadas ou isoladas em casa. Mas a economia italiana, uma das mais frágeis da Europa e que já teve queda de 4,7% do PIB no primeiro trimestre, exige a retomada.

Fonte: Folha de São Paulo

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