Aprenda como funciona a compra conjunta de um imóvel

Saiba como fazer para comprar um imóvel com outra pessoa.


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Foto: freepik.com

Pouca gente sabe, mas é possível que um imóvel tenha mais de um proprietário, sendo garantido na Lei a chamada compra conjunta, no qual mais de uma pessoa dividem os custos com o preço do apartamento e, com isso, tem o direito de possuírem em conjunto a propriedade, dividindo a posse do mesmo.

Para realizar a compra de ap à venda em Lajeado com mais de um proprietário, no entanto, é necessário uma série de requisitos, sendo eles necessários para garantir que a transferência seja feita da melhor forma possível e, assim, não tenha nenhuma complicação futuramente para o vendedor ou para os seus compradores.

Pensando nos requisitos necessários para obter um imóvel de forma coletiva e em todas as vantagens que esse estilo de venda oferece, trazemos para você tudo que é necessário para realizar a compra conjunta.

Por que devo realizar a compra conjunta?

Primeiro de tudo, para realizar a compra de maneira conjunta é necessário pensar em que momentos esse estilo de aquisição é ideal para você, bem como todas as vantagens que esse modelo de negócio oferece para seus compradores, de modo a não se arrepender depois de concretizar a compra do imóvel!

A primeira indicação para realizar a compra conjunta é para casais que já estejam em um casamento ou mesmo em uma relação estável, sendo que este modelo é um excelente negócio para garantir que a posse do imóvel pertença aos dois e, portanto, garanta que ambos tenham direito a propriedade caso o relacionamento termine ou aconteça qualquer coisa depois.

Além disso, em caso de compra conjunta para amigos, que pretendem dividir uma casa em Lajeado ou um apartamento, essa também é uma boa opção, uma vez que garante que ambos tenham direitos sobre a propriedade e possam vender a sua parte caso tenham a intenção de se mudar para um outro local.

Por fim, a compra conjunta também é um bom negócio para sócios que pretendem comprar um imóvel coletivamente como forma de negócio, seja para alugar ou para vender futuramente, se tornando uma excelente opção para quem pretende investir em uma área que é bastante procurada por ser próxima do centro ou ainda ficar em um bairro que pode valorizar muito no futuro.

O que eu preciso para a compra conjunta?

Primeiro de tudo, é preciso acertar com o seu parceiro de negócio como será o pagamento do imóvel, ou seja, que parte cada um vai pagar no imóvel e de modo será o parcelamento, de modo que isso tudo possa ser acertado no papel para garantir que a parte de cada um seja paga com sucesso e não haja nenhum desacordo depois.

Geralmente, o modelo de negócio mais comum é que cada futuro proprietário arque com 50% das despesas e, portanto, possa ficar também com 50% do direito sobre o imóvel, mas no caso de um dos sócios ter menos dinheiro, é possível que ele fique com uma parte menor da propriedade e, por consequência, ser acertado uma parte menor de uma venda futura para ele.

Além disso, também é importante que ambos tenham condições financeiras de comprar o apartamento, uma vez que, se houver qualquer restrição para um dos interessados em adquirir o imóvel, a venda será negada e o negócio não poderá ser concretizado por essa pessoa que estiver sem condições.

Por fim, também é importante colocar como será o financiamento para concretizar a venda, qual banco será o melhor para gerenciar a operação e qual será o melhor jeito de parcelar o imóvel, bem como os números de parcelas necessárias e o valor delas para que o negócio fique bom tanto para vendedor como para compradores.

Cuidados necessários para a compra conjunta

Vale lembrar que, por mais que todos esses passos sejam seguidos à risca, existem diversos cuidados que precisam ser seguidos, seja antes, durante ou depois da compra, de modo que seja garantido que não haja nenhum dano em caso de qualquer imprevisto após a venda seja realizada.

O primeiro passo é acertar o que acontecerá se uma das partes não puder mais pagar as próximas parcelas depois de algum tempo, se o(s) outro(s) proprietário(s) irão desfazer a venda ou arcar integralmente com as outras parcelas, bem como se, no segundo caso, quem não teve mais condições de cumprir com as outras parcelas ficará com a parte correspondente ao que pagou ou se sairá totalmente da venda.

Ainda sobre o dinheiro envolvido na transação, uma coisa que deve ser lembrado é que as parcelas podem sofrer alguma alteração lá no futuro, de modo que é ótimo fazer uma simulação de qual será o preço dessa parcela e se ela poderá ser arcada lá no futuro, de modo que, por mais que os proprietários podem pagar com facilidade as parcelas atualmente, talvez haja uma dificuldade financeira futuramente se isso não for projetado.

Também é importante discutir o que acontecerá com o imóvel no caso de casais estáveis que venham a terminar com o passar do tempo. Geralmente, o mais comum é que cada parte fique com 50%, mas poderá haver a necessidade da porcentagem ser maior ou menor se for acordado algo diferente no futuro.

É fundamental garantir que cada termo que seja acertado entre ambas as partes esteja no contrato, evitando assim que haja qualquer problema no futuro por algo que foi combinado informalmente, mas não judicialmente, garantindo assim que esteja oficializado tudo aquilo que acordado e, portanto, não haja a necessidade de ir à justiça no futuro por ruídos no contrato.

Por fim, a dica mais importante: Por mais que você confie no seu parceiro de negócio, tenha a certeza absoluta de que ele é o mais indicado para comprar um imóvel contigo, uma vez que uma venda conjunta é uma transação muito grande e envolve muitos anos e reais, de modo que é de suma importância que o teu sócio nesse negócio não irá te decepcionar de jeito nenhum.

Com todos esses cuidados, a compra conjunta do seu imóvel pode ser realizada da melhor forma possível, de modo que todos possam adquirir um novo lar e, assim, ficar feliz com o resultado final da transação.

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