Argentinos rejeitam libertação de presos durante a pandemia

A polêmica ordem judicial deflagrou abaixo-assinados com 320 mil signatários, em apenas três dias, rejeitando a medida, assim como a hashtag #NoLosLiberen.


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Foto: Agustin Marcarian/Reuters

Sob rígidas normas de isolamento social, que serão estendidas até pelo menos o dia 10 de maio, a Argentina vem se consolidando como um exemplo bem-sucedido no combate à pandemia do novo coronavírus.

Se a quarentena foi bem absorvida pela população e manteve o número de casos em 4.200, com 214 mortos, a libertação de presos para evitar a contaminação nas penitenciárias gerou protestos e panelaços, tornando-se o tema mais controverso desta pandemia.

Sob o risco de contágio, cerca de 1.400 deixaram penitenciárias e delegacias, de acordo com o site Infobae. O número duplicou em uma semana; há 1.300 que aguardam autorização para sair. A polêmica ordem judicial deflagrou abaixo-assinados com 320 mil signatários, em apenas três dias, rejeitando a medida, assim como a hashtag #NoLosLiberen.

A comoção obrigou o presidente Alberto Fernández a vir a público, pelas redes sociais, para defender a divisão de poderes e descolar-se das acusações de ingerência do governo na decisão da Justiça.

Fonte: G1

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