As diversas escalas do debate e da gestão do desenvolvimento

"O debate regional não é um simples somatório dos municípios", afirma a economista e presidente do Codevat, Cíntia Agostini.


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Existem diversos estudos que priorizam a discussão dos locais, dos municípios e tantos outros que priorizam as regiões ou estados e o próprio país. De igual forma existem entidades e representações que priorizam a defesa do temas locais e outros que defendem temas regionais, estaduais ou do próprio país. Neste momento de eleições municipais, o foco das análises e das discussões estão em cada um dos locais, tanto a partir dos setores como considerando o crescimento e o desenvolvimento municipal.


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No entanto, para além de compreender os setores e os locais, é fundamental percebermos que estes estão inseridos em escalas maiores de ação, microrregionais e regionais. E da mesma forma, o debate regional não é um simples somatório dos municípios. Mais ainda, compreender os temas setoriais sem levar em conta os diferentes territórios é um risco de discutir educação, saúde, segurança e demais temas, igual em todos os municípios do Vale do Taquari.

Assim, um dos desafios para as eleições municipais desse ano é compreender como são possíveis efetivarmos políticas setoriais e territoriais, ou seja, que pensem os setores como economia, infraestrutura, educação, saúde, segurança, mas levando em conta as particularidades de cada município e mais ainda, suas interações com a região na qual está inserido.

Cíntia Agostini, economista e presidente da Codevat

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