As pessoas têm preconceito baseado pelo que tu está vestindo e fazendo, diz modelo lajeadense

Augusto Diehl (27) recebeu o título de vice Man Rio Grande do Sul no dia 4 de fevereiro deste ano.


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Augusto Diehl, modelo lajeadense (Foto: Rodrigo Gallas)

O modelo lajeadense Augusto Diehl de 27 anos, que recebeu o título de vice Man Rio Grande do Sul no dia 4 de fevereiro deste ano, foi o convidado do quadro “Sem Preconceito” desta sexta-feira (19). Ele diz que a carreira de modelo e os concursos de beleza geram muitas situações de preconceito nas pessoas que veem de fora e, também, para os participantes.


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Para Dihel, a cultura enraizada na sociedade sobre o mundo da moda ser um universo feminino acaba gerando insegurança no homem, pois ele tem que se mostrar forte e másculo. No entanto, há um mercado hoje que abrange um homem mais responsável, seguro e aberto ao que o mercado está trazendo.

“As pessoas têm preconceito baseado pelo que tu está vestindo, pelo que tu está fazendo, e não sobre a pessoa que tu é. Já enfrentei isso. Foi um processo bem complicado, porque foi no início. A gente não tem uma estrutura psicológica para lidar com isso inicialmente”, revela Diehl. “A carreira da moda não é só o mundo glamouroso que a sociedade vê. É preciso trabalhar muito”, comenta.

Ele sempre trabalhou como modelo comercial, não precisando, desta maneira, sair da região para os seus trabalhos. Diehl, além de atuar como modelo, trabalha no setor administrativo de uma academia. Pensa em futuramente sair do país para exercer a sua carreira de modelo.

O início da trajetória

Diehl iniciou a carreira com 15 anos de idade quando preparou um material para a revista Capricho, da editora Abril. “Ao me fotografar, percebi que era disso que eu gostava”, conta. A partir daquele momento, Diehl iniciou a se preparar, adquirindo experiência. “Graças a Deus, neste ano, pude colher os frutos de todo este tempo que a gente se dedicou”, comemora.

Texto: Rodrigo Gallas
web@independente.com.br

1 comentário

  1. Na verdade e muito mimimi, para certo tipo de pessoas, os demais não podem opinar algo que venha no sentido contraditório, que já interpretam como preconceito…
    Cada um faz o que bem entender, veste o que quiser, mas eu não sou obrigado a gostar, e isso não e preconceito.

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