As taxas de emprego no Brasil e a empregabilidade no Vale do Taquari

Confira a participação da economista, professora universitária e presidente do Codevat Cíntia Agostini no quadro "Direto Ao Ponto".


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Foto: Univates / Divulgação

A medida que o país pretendia voltar a nossa dita normalidade, pessoas que estavam desempregadas voltaram a procurar por alguma vaga de emprego. Somados a esse contingente populacional, aqueles que não pararam de procurar e outros que entraram para a lista de desempregados no país. Todas essas pessoas somam um contingente populacional de 13,8 milhões, o que equivale a uma taxa de desemprego de 14,4% entre julho e agosto e é a maior desde o ano de 2012.


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Além desses quase 14 milhões de pessoas temos mais 6 milhões que desistiram de procurar e são os chamados desalentados e a taxa de informalidade estimada da população ativa é de 38%. No entanto, existem dados alentadores, setembro já houveram mais vagas criadas do que fechadas e a perspectiva do final do ano e de um ano de 2021 melhor que esse, faz com que os negócios sejam retomados e as vagas de trabalho ocorram.

De outro modo, há uma preocupação latente do governo pois o contingente populacional que está fora do mercado de trabalho irão voltar a buscar emprego e estes irão compor o contingente populacional a procura de trabalho no próximo ano.

Aqui no Vale nossa situação é melhor, já estamos criando mais vagas do que fechando nos últimos dois trimestres e se essa segunda onda da pandemia tiver um melhor controle dos impactos econômicos, terminaremos o final do ano zerando nossa conta em se tratando da empregabilidade.

Enfim, entramos no último mês desse ano e contamos que 2021 tenhamos uma retomada lenta e gradual da economia, mas sem dúvida, será um ano desafiador para os gestores públicos, para os empreendedores e para trabalhadores brasileiros.

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