Assolados pela Covid, hospitais de Gaza agora lidam com feridos dos ataques aéreos de Israel

Há algumas semanas, o frágil sistema de saúde da Faixa de Gaza estava lutando contra a 2ª onda do novo coronavírus. Agora, tentam lidar feridas de explosões e estilhaços, cortes e amputações


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A mãe de Yazan Al-zaharna, de 9 anos, o conforta no hospital Shifa, na Cidade de Gaza, em 13 de maio de 2021. Ele foi ferido por um ataque israelense em 10 de maio próximo à casa da sua família na cidade de Jabaliya (Foto: Khalil Hamra/AP)

Há apenas algumas semanas, o frágil sistema de saúde da Faixa de Gaza estava lutando com um aumento descontrolado de casos de coronavírus. As autoridades esvaziaram as salas de cirurgia do hospital, suspenderam os atendimentos não essenciais e redirecionaram os médicos para os pacientes com dificuldade para respirar. Então as bombas começaram a cair.

A violência desta semana entre Israel e o Hamas em Gaza já matou 119 palestinos, incluindo 31 crianças, e feriu 830 pessoas no pobre território palestino entre Israel, Egito e o Mar Mediterrâneo. Ataques aéreos israelenses atingiram apartamentos, explodiram carros e derrubaram edifícios. Médicos em todo o enclave costeiro estão agora realocando leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) e lutando para acompanhar uma crise de saúde muito diferente: tratar feridas de explosão e estilhaços, fazer curativos e realizar amputações.

Fonte: G1

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