Autoridades priorizam busca a bombeiros e ouvirão testemunhas de incêndio no prédio da SSP

O incêndio que atingiu a SSP teria começado por volta das 22h dessa quarta-feira e se alastrou rapidamente, tomando grandes proporções


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Foto: Divulgação

Horas depois do incêndio que destruiu o prédio da Secretaria da Segurança Pública (SSP) em Porto Alegre, as autoridades abriram frentes de trabalho para mitigar as consequências do sinistro. A mais importante envolve a localização e o resgate dos dois bombeiros que seguem desaparecidos. Em uma outra abordagem, já no campo da investigação das causas do fogo, quatro servidoras serão ouvidas ainda nesta quinta-feira para tentar esclarecer o que teria provocado o início das chamas. Elas atuam na Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), e teriam testemunhado o início do incêndio.

“As informações preliminares dão conta de que elas perceberam a fumaça saindo do teto. Tudo vai ser apurado exaustivamente – e tudo o que eu diga agora, de maneira antecipada, será prematuro. O relato inicial é de que as equipes chegaram no quarto andar, tentando combater o fogo diretamente, mas as chamas rapidamente se alastraram para o quinto”, relata Ranolfo.

Em paralelo às outras duas situações está o restabelecimento dos serviços que operavam a partir da sede da pasta. Até o momento, somente a central telefônica que recebe os chamados do número 190 voltou a operar, em uma estrutura montada no 9º Batalhão da Polícia Militar (BPM). Também deve retornar em breve o monitoramento de presos com tornozeleiras, que funcionará na sede da Academia Civil Integrada de Segurança Pública (ACISP).

Fonte: Correio do Povo

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