Auxílio Emergencial: “Se não tivesse este dinheiro, teríamos uma convulsão social no Brasil”, diz senador

Em entrevista exclusiva à Rádio Independente o senador Luis Carlos Heinze fala sobre recursos enviados à população para conter a crise causada pela pandemia.


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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Em entrevista exclusiva à Rádio Independente na manhã desta terça-feira (29), o senador Luis Carlos Heinze afirma que não houve o caos generalizado no Brasil devido à ação rápida do governo em implementar e pagar rapidamente o auxílio emergencial de R$ 600,00 a pessoas afetadas pela crise do novo coronavírus. “Se não tivesse este dinheiro, teríamos uma convulsão social no Brasil. Teríamos pessoas invadindo casas, lojas, mercados, bancos.”

Agora, com a retomada econômica, o auxílio não deve mais ser realizada da forma como foi. “Há a possibilidade de ainda voltar este recurso, mas não como a forma indiscriminada como foi, porque houve certos abusos. Imagine você fazer um cadastro às pressas”, diz ao comentar que uma parcela da população recebeu o auxílio sem necessitar.

 


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O Governo Federal iniciou o pagamento do auxílio emergencial em abril, com o intuito de minimizar os impactos da pandemia. O benefício chegou diretamente a 67,8 milhões de brasileiros. Até setembro, foram pagas parcelas de R$ 600. Depois, houve uma extensão do benefício com pagamentos de R$ 300. Ao todo, o governo deve gastar R$ 322 bilhões com o programa.

O auxílio contemplou integrantes do Bolsa Família e inscritos em outros programas que constam do Cadastro Único do Governo Federal, além de microempreendedores individuais, autônomos e contribuintes individuais do INSS, que se encaixaram nos critérios da lei.

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