Banco de dados da perícia já registra material genético de um a cada quatro presos no RS

Amostras de DNA ajudam a identificar pessoas em cenas de crimes, podendo contribuir para condenação dos responsáveis ou absolvição de inocentes. Material já coletado deve ser processado até dezembro


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Peritas coletam amostras de DNA de apenados no Rio Grande do Sul (Foto: IGP/Divulgação)

Um levantamento do Instituto-Geral de Perícias (IGP) do Rio Grande do Sul revela que um a cada quatro presos do estado já teve o material genético recolhido e o DNA registrado no banco de dados do órgão. Segundo o IGP, a coleta ganhou fôlego a partir de abril, após uma parceria com o Ministério Público e o Judiciário, a fim de facilitar o acesso dos peritos aos presídios.

O processamento do material coletado nos últimos meses deve ser concluído até dezembro. A administradora do banco de perfis genéticos do IGP, Cecilia Matte, afirma que o próximo passo é identificar vestígios genéticos ainda sem origem. “A partir de agora a ideia é que a gente consiga identificar aqueles mil vestígios que estão no banco sem origem. A gente não sabe quem que produziu aquele vestígio.

A gente quer dar nomes àqueles vestígios”, diz. As amostras de condenados já inseridas no sistema resultaram em mais de 40 combinações, que comprovaram a autoria de crimes, aponta a entidade.

Fonte: G1

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