Foto: Divulgação

O ano de 2016 foi marcado por recordes na realização de eventos internacionais, é o que diz o levantamento feito pela Associação Internacional de Congressos e Eventos (ICCA, na sigla em inglês) e divulgado nesta segunda-feira (08). Foram registrados 12.212 eventos no mundo, 136 a mais do que no ano anterior. O Brasil continua sendo o país da América do Sul que mais sediou eventos – 244 no continente.

No ranking global, o Brasil recuou quatro posições em relação ao ano anterior, passando da 11ª para a 15ª posição entre as nações que mais sediam eventos internacionais. O relatório da entidade chama a atenção para uma década que foi considerada como sendo de “grande sucesso” para o setor, passando de pouco mais de 6 mil em 2006 para mais de 2012 em 2016.

De acordo com o estudo Demanda Internacional, do Ministério do Turismo, 20,2% dos turistas estrangeiros que estiveram ao Brasil em 2015 vieram motivados por negócios, eventos e convenções. As cidades mais procuradas foram: São Paulo (45,1%), Rio de Janeiro (24,5%) e Curitiba (4,2%). O gasto médio per capita do turista foi de US$ 82,48, valor superior ao dos turistas a lazer – US$ 67,12.

Para ser contabilizado no ranking da ICCA, os eventos internacionais devem seguir alguns critérios: serem organizados por associações, ter uma periodicidade fixa, contar com ao menos 50 participantes e terem sido realizados em pelo menos três países.

Os Estados Unidos continuaram na primeira posição do ranking entre os países que mais sediaram eventos (934) – nove a mais do que em 2015 – seguido da Alemanha (689), Reino Unido (582), França (545) e Espanha (533).

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