Butantan libera mais quatro milhões de doses da CoronaVac a Ministério da Saúde

São Paulo atinge 78,8 milhões de imunizantes fornecidos ao PNI


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Foto: Myke Sena/MS

O Instituto Butantan entregou na manhã desta segunda-feira mais quatro milhões de doses da CoronaVac contra a Covid-19. O governador João Doria acompanhou a chegada dos imunizantes ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Com o novo lote, o governo paulista e o Instituto Butantan chegam à marca de 78,8 milhões de imunizantes fornecidos ao Ministério da Saúde para vacinação de brasileiros. O total de liberações já feitas representa 78% das 100 milhões de doses contratadas pelo Ministério da Saúde para a vacinação de brasileiros em todo país. A entrega de hoje faz parte da leva de vacinas fabricadas com o lote recorde de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) entregue pela farmacêutica chinesa Sinovac ao Butantan no dia 13 de julho. Na ocasião, chegou ao IB um total de 12 mil litros da matéria-prima usada para a fabricação dos imunizantes. Fonte: Correio do Povo

“Você não é uma vaca”, diz FDA ao contraindicar ivermectina contra a Covid-19

A Agência de Medicamentos e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, em inglês) resolveu ser um pouco mais incisiva ao contraindicar a ivermectina para o tratamento de Covid-19. Em uma publicação nas redes sociais, a agência reguladora compartilhou um artigo explicativo sobre o medicamento com a seguinte frase: “Você não é um cavalo. Você não é uma vaca. Parem com isso.” “Parece haver um interesse crescente em uma droga chamada ivermectina para tratar humanos com Covid-19. A ivermectina é frequentemente usada nos Estados Unidos para tratar ou prevenir parasitas em animais. A FDA recebeu vários relatórios de pacientes que necessitaram de suporte médico e foram hospitalizados após se automedicarem com ivermectina destinada a cavalos”, diz nota da agência, ressaltando que não há aprovação desta droga para o tratamento de Covid-19. Fonte: Correio do Povo

Agência de medicamentos dos EUA concede registro definitivo à vacina da Pfizer contra Covid

A agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) concedeu nesta segunda-feira (23) o registro definitivo à vacina contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech, para uso em pessoas acima de 16 anos. É a primeira aprovação total de um imunizante contra a Covid-19 nos EUA. No Brasil, a vacina da Pfizer já tem o registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde fevereiro. A vacina teve seu uso emergencial aprovado em 11 de dezembro nos EUA, e mais de 204 milhões de americanos já receberam o imunizante até o momento. Autoridades de saúde pública do país esperam que o registro definitivo convença americanos não vacinados que o imunizante da Pfizer é seguro e eficaz, pois a hesitação de parte da população em tomar as vacinas disponíveis tem dificultado a resposta dos EUA à pandemia. Fonte: G1

Bolsonaro pressiona Queiroga para tornar uso de máscara facultativo

Em entrevista na manhã desta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que se encontrará hoje com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e vai pedir para tornar o quanto antes o uso da máscara facultativo no país.”Se bem que o Supremo Tribunal Federal simplesmente deu poderes a governadores e prefeitos para ignorarem o governo federal”, comentou o presidente. Segundo ele, no encontro com Queiroga também estará na pauta a “volta à normalidade da economia do país”. Bolsonaro afirmou que vários países já voltaram ao normal, livrando-se das restrições impostas pelo combate à pandemia de Covid-19. Fonte: Correio do Povo

Na Argentina, capivaras aparecem em condomínios fechados e viram tema do debate político

Um grupo de cerca de 400 capivaras é objeto de uma polêmica em uma região rica, de condomínios fechados, em cidades ao norte de Buenos Aires, na Argentina. Os condomínios estão em uma área conhecida como Nordelta, que é banhada pelo rio Paraná antes de desaguar do rio da Prata. O jornal “La Nación” ouviu um representante de uma associação de moradores que disse que as capivaras agora caminham pelas ruas, comem as plantas dos jardins e enfrentam os bichos de estimação. Os moradores dizem que as fezes das capivaras também viraram um problema e que eles não sabem quais doenças os animais podem transmitir. Nas redes sociais, uma parte dos argentinos começou a defender as capivaras e a fazer piadas a respeito de uma “orientação política” dos animais. Fonte: G1

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