Caso Marielle completa mil dias sem respostas sobre motivações e possíveis mandantes

Morte da vereadora Marielle Franco completa 1000 dias nesta terça-feira (8)


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Foto: Marcos Serra Lima/G1 (G1/08.12.2020)

Desde o dia 14 de março de 2018, são quase 24 mil horas, mil dias, em que imprensa, famílias, polícia e ativistas no mundo inteiro se perguntam: por que mataram a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes? Alguém encomendou o homicídio? Se sim, quem foi? Nesta terça-feira (8), se completam mil dias desde que a Polícia Civil foi chamada para o local do homicídio, na esquina das ruas Joaquim Palhares e João Paulo I, no Estácio, bem próximo à Avenida Paulo de Frontin.

A Delegacia de Homicídios e o Ministério Público seguem investigando os assassinatos. O secretário de Polícia Civil, Allan Turnowski, quer que o crime seja solucionado com prioridade, de acordo com fontes ouvidas pelo G1. Em março de 2021, o assassinato completa três anos, sem que Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz tenham ido a julgamento em júri popular.

Nesta terça-feira, um protesto da Anistia Internacional e do Instituto Marielle Franco na Cinelândia marcou a data de mil dias durante a manhã. Mais de 500 despertadores foram colocados em frente à Câmara de Vereadores, que também foi o local do velório de Marielle no dia 15 de março de 2018.

Mônica Benício, viúva de Marielle, tem vivido uma mistura de emoções quando fala da ex-companheira. Em novembro, foi eleita para o mesmo cargo de vereadora que Marielle ocupava quando foi assassinada.

No entanto, quando conversou com o G1 nesta segunda-feira (7), no dia 999 após o crime, contou essa “não resposta” sobre um possível mandante do crime lhe causa mais dor.

Fonte: G1

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