CCR ViaSul deve realizar mais 40 a 50 detonações para viabilizar duplicação da BR-386

Nos 20 quilômetros totais da duplicação entre Marques de Souza e Lajeado, prevista para ser entregue até fevereiro de 2023, devem ser retirados cerca de 196 mil m³ de material rochoso


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Foto: Reprodução / CCR ViaSul

A CCR ViaSul ainda deve realizar entre 40 e 50 detonações para abrir espaço e viabilizar a obra de duplicação da BR-386 entre Marques de Souza e Lajeado. Até o momento, nos 11 quilômetros onde foram realizadas as detonações, entre os km 325 até o 336, foram retirados 38 mil metros cúbicos (m³) de material rochoso. Eles correspondem a 3,2 mil viagens com caminhões carregados com 12 m³ de rochas. Para o restante, são previstas mais 9 mil viagens. “A gente tem muito volume de material ainda para realizar”, observa o coordenador de engenharia da CCR ViaSul, Fábio Hirsch.

Nos 20 quilômetros totais da duplicação, prevista para ser entregue até fevereiro de 2023, devem ser retirados cerca de 196 mil m³. Ou seja, nos próximos 9 quilômetros de detonações, no sentido de Marques a Lajeado, entre o km 336 ao km 345, até o entroncamento da BR-386 com a ERS-130, haverá o maior número de detonações (142 mil metros cúbicos).

A cada detonação são entre 2 mil a 2,5 mil m³ retirados das margens da rodovia federal. Esse material rochoso compõe o corpo de aterro utilizado para a construção da pista nova, duplicada. A CCR ViaSul espera terminar as detonações entre dezembro e janeiro de 2022. Hirsch destaca que “a obra está evoluindo muito bem”. Apesar disso, ele ressalta que o cronograma é apertado em função do atraso registrado no início da obra, devido à demora na liberação do licenciamento. “A gente está correndo contra o tempo”, afirma.

O coordenador de engenharia estima que no início de dezembro a concessionária deve começar a execução da camada asfáltica no primeiro trecho da obra, em Marques de Souza. A CCR ViaSul conta com 20 equipes de trabalho envolvidas na obra, entre terraplenagem, drenagem, detonação, supressão de vegetação e obras de arte das pontes.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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