Celulares apreendidos no sistema prisional são doados para estudantes da rede pública do vale do Rio Pardo

Os aparelhos que estariam sendo usados para fins ilícitos são apreendidos nas casas prisionais, através de revistas diárias de rotina, e podem contribuir para a educação de alunos da rede pública da Região


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Foto: Divulgação

Aparelhos celulares provenientes de apreensões no sistema prisional e de doações da comunidade foram entregues para estudantes do Instituto de Ensino Estadual Ernesto Alves, de Rio Pardo. Essa é a segunda parte do Projeto Alquimia II, que destina os aparelhos aos alunos da rede pública estadual.

A ação é fruto de um trabalho em conjunto realizado entre a Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), Promotoria de Justiça de Rio Pardo, a Polícia Civil, o Poder Judiciário e a Secretaria Municipal de Educação. O projeto já contemplou estudantes de escolas de Encruzilhada do Sul, Rio Pardo e Pantano Grande.

Os aparelhos que estariam sendo usados para fins ilícitos são apreendidos nas casas prisionais, através de revistas diárias de rotina, e podem contribuir para a educação de alunos da rede pública da Região.

“É gratificante ver o fruto do nosso esforço operacional, através das apreensões realizadas pelos nossos servidores, retornando de forma lícita para auxílio dos estudantes da rede pública dos nossos municípios”, afirmou o assessor jurídico da 8ª Delegacia Penitenciária Regional, Bruno Pereira.

Até chegarem à mão dos alunos, os aparelhos passam por diversas etapas. No momento em que são apreendidos nas casas prisionais, tornam-se provas para investigação e, na sequência, através do projeto “Transforme”, são encaminhados ao Ministério Público, que realiza uma triagem e destina os celulares para instituições parceiras, a fim de serem restaurados. Após o processo de restauração, os telefones voltam para o Ministério Público, que planeja, com a Secretaria Municipal de Educação, a entrega dos aparelhos para os estudantes. AI Susepe / Cícero Copello

Foto: Divulgação

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