A Central de Triagem de Lixo do Aterro Sanitário de Lajeado permanece interditada. No dia 19 de abril deste ano, o Ministério do Trabalho decidiu pela interdição do local, que serve para reciclar e separar o lixo produzido pelo município.

Na ocasião foi entregue um relatório que solicita à prefeitura diversas melhorias na central,  dentre elas, reforma  da parte elétrica, a escadaria, o acesso às esteiras, além da utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) por parte dos trabalhadores. Na época, o Secretário Municipal de Meio Ambiente, Luiz Benoit, havia estimado prazo de duas semanas para regularizar os apontamentos, porém, passados mais de 30 dias, o processamento de lixo continua parado.


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Benoit explica que as melhorias são mais complexas do que se imaginava. “Quando fomos ver a fundo o que precisava ser feito, percebemos que os problemas eram maiores do que previmos. Também temos obstáculos burocráticos que precisam ser vencidos. Hoje, nosso principal impasse é nos adequarmos as normativas NR 10 e NR 12”, revela. Durante o período de interdição e adequações, parte do lixo que é recebido já separado será destinado  para a Associação Sepé Tiarajú, que se encarregará do processamento do material. “O que não pudermos mandar para lá, vamos despejar direto na célula do aterro sanitário. O problema é que isso poderá implicar na diminuição da vida útil da célula”, prevê Benoit.

O secretário não soube precisar qual o percentual do lixo reciclado na central, nem o volume de material recebido pelo município. Uma empresa particular em débito com a administração municipal vai arcar com as despesas das reformas, em troca da anistia de uma dívida para com a prefeitura.  O novo prazo para adequação da Central de Triagem é de 30 dias. LF

1 comentário

  1. 30 dias…..sei….aham… nem esse verme cretino acredita nisso…pede para ele contar oque tem por traz disso tudo…..

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