Cliente assedia atendente de lanchonete por WhatsApp e recebe espetinho cru em casa

"Você deveria ter vergonha de existir", disse o dono de uma lanchonete de Porto Velho após enviar espetinhos crus a um cliente que assediou funcionária.


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Foto: Reprodução / WhatsApp

O dono de uma lanchonete em Porto Velho (RO) deu uma lição de respeito a um cliente que assediou uma funcionária ao fazer um pedido pelo WhatsApp. O caso acontece esta semana e foi divulgado pelo proprietário do estabelecimento nas redes sociais.

De acordo com os prints da conversa que foram divulgados nas redes, a funcionária Gabriela Tavares, do Kverna do Urso Espetinhos, mandou uma mensagem ao cliente perguntando qual o ponto que ele gostaria que estivessem seus espetinhos de coração de galinha e asas de frango.

O homem, então, respondeu: “Olha, linda, se a galinha tivesse uma voz suave e gostosa como a sua, poderia ser até ‘crua’, se é que você me entende”.

A funcionária respondeu com emojis demonstrando seu constrangimento, e o cliente, então, continuou o assédio: “Vou deixar você escolher o ponto pra mim, tá? Tenho certeza que você sabe o ponto certinho que eu gosto”.

Ao receber o pedido em sua casa, então, o homem mandou outra mensagem com uma foto dos espetinhos crus: “Que porra é essa? É sério isso? Cadê o dono dessa merda dessa empresa?”, exclamou o cliente, ameaçando acionar a Vigilância Sanitária.

O dono da lanchonete, Jeferson Tavares Chaulet, então, interviu e não se intimidou: “Oi, eu sou o dono. Fico feliz que tenha recebido seu pedido conforme solicitou. Reza a lenda que essa galinha, antes de morrer, falou pó pó pó, com a voz suave e gostosa, se é que você me entende”.

Diante das ameaças do cliente, continuou: “Eu só queria que você soubesse que deve ter respeito pelas mulheres. A forma escrota e nojenta como você tratou minha colaboradora é o retrato lamentável do ser humano. Você deveria ter vergonha de existir. Quer que eu busque o prato de volta? Vou aí na sua residência em cinco minutos com a polícia e te fazer responder por assédio”.

Fonte: Revista Fórum

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