Com agências do INSS fechadas, advogada relata problemas no encaminhamento de pedidos de aposentadoria

A previsão de reabertura das agências do INSS está para 24 de agosto, mas há chances de prorrogação.


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Especialista em direito previdenciário Márcia Pierozan (Foto: Tiago Silva)

A advogada especialista em direito previdenciário Márcia Pierozan relatou a dificuldade na análise para a concessão de benefícios trabalhistas e previdenciários em função da pandemia de coronavírus. Com as agências do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) fechadas, os processos têm que ser encaminhados pela via digital, explica Márcia. Acontece que há casos em que são necessários a presença na agência. A advogada exemplifica o caso da aposentadoria rural, quando é preciso a comprovação do talão do produtor, geralmente por meio de relatos testemunhais.


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A previsão de reabertura das agências do INSS está para 24 de agosto, mas há chances de prorrogação, lembra a especialista em direito previdenciário. Conforme ela, a maior dificuldade está quando o beneficiário carece de apresentar documentos. Os pedidos, quando feitos e despachados pela via digital andam, e os processos físicos ficam parados.

Márcia explica que, entre 2018 e 2019, o INSS realizou uma mudança em seus procedimentos, ficando na digitalização. “Alguns pedidos ficaram trancados na transição”, observa a advogada. Conforme ela, em solicitações normais, a espera gira entre 3 e 5 meses para a concessão da aposentadoria na esfera administrativa.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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