Com aporte da prefeitura, Sindicato Municipal de Professores de Lajeado quita dívida com Unimed

Dos R$ 343 mil, SPML já devolveu ao cofre público o valor de R$ 118 mil em menos de um ano


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Presidente do sindicato, Rita de Cassia Quadros da Rosa (Foto: Caroline Silva)

No começo deste ano, a nova gestão do Sindicato Municipal de Professores de Lajeado (SPML) se deparou com uma dívida de R$ 417 mil com planos de saúde da Unimed. O valor foi reduzido para R$ 343 mil, e a Câmara de Vereadores aprovou um projeto da prefeitura que quitou o débito, mas em contrapartida, os educadores precisam pagar mensalmente o valor de R$ 27,50 para ressarcir o cofre público.


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A presidente do sindicato, Rita de Cassia Quadros da Rosa, diz que, em menos de um ano, e com o prazo para a devolução do dinheiro ao governo municipal até dezembro de 2024, já foi devolvido o montante de R$ 118 mil. “A gente está feliz de chegar ao final do ano assim, como a gente prometeu aos nossos colegas professores no começo do ano em assembleia, quando explicitamos o problema da dívida e o risco de perda do plano de saúde, e hoje temos essa excelente notícia”, comemora.

Ela diz que, por mês, os servidores professores que usufruem do plano de saúde dispõem de seus salários R$ 7 mil, o que até agora totalizou R$ 58 mil, e que o SPML contribuiu com R$ 60 mil para acelerar a quitação do débito com a prefeitura. “Até o momento, devolvemos a prefeitura R$118 mil, destes R$ 58 mil os professores têm pagado mensalmente, e o sindicato, com um controle de contas muito severo e responsável e auxilio dos professores, conseguimos ter um caixa de 60 mil e reduzimos o valor da dívida hoje”, explica.

Referente a sua gestão frente ao sindicato, a presidente fala que avalia de forma positiva, visto que este quase um ano foi dedicado a quitação da dívida melhor condições de trabalho dos educadores. “Considero bom o nosso resultado até o momento. Direcionamos muito esforço e tempo para resolver a questão da Unimed, temos feito muita reunião mensal do conselho, que há muito tempo não se fazia, mantemos o diálogo com a prefeitura para melhorar as condições de trabalho. Ainda não é um resultado excelente, mas acredito estarmos no caminho certo”, destaca.

Texto: Caroline Silva
jornalismo@independente.com.br

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