Com cataratas irreconhecíveis, Rio Iguaçu está ‘doente’ e vê mata nativa minguar

Meteorologistas atribuem o baixo fluxo principalmente à falta de chuvas no Paraná


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O Iguaçu (rio grande, na língua tupi) mais parecia um “imirim” (rio pequeno, no mesmo idioma) para quem visitou suas famosas cataratas nos últimos dias.

Segundo a Companhia Paranaense de Energia (Copel), a vazão da água perto das quedas foi de 308 mil litros por segundo, ou um quinto do fluxo normal, nos dias 9 e 10 de junho. Foi o menor índice de 2021. É o segundo ano seguido em que a atração, reconhecida como patrimônio natural da humanidade pela Unesco, fica irreconhecível.

Em abril de 2020, a vazão nas quedas foi ainda menor que a atual, chegando a 259 mil litros por segundo. Meteorologistas atribuem o baixo fluxo principalmente à falta de chuvas no Paraná, Estado onde ficam as nascentes do Iguaçu e que é atravessado por ele até sua foz, em Foz do Iguaçu, onde ele deságua no rio Paraná. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), desde fevereiro, quase todo o Estado tem tido chuvas abaixo da média histórica.

Fonte: G1


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