Com queda em óbitos por Covid-19, região de Lajeado se mantém na bandeira laranja

Em uma semana mortes caíram 75%, passando de oito para duas. Mapa preliminar foi divulgado na tarde desta sexta-feira (2), pelo Estado.


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Foto: Governo do RS / Divulgação

Pela quinta semana consecutiva, a região de Lajeado terá bandeira laranja no programa de Distanciamento Controlado. A classificação foi divulgada na tarde desta sexta-feira (2), pelo governo do Rio Grande do Sul. No período avaliado para a 22ª rodada o Vale do Taquari teve queda de 75% nos óbitos e de 3,8% nos casos.

A semana em vigor compreende os dias 25 de setembro a 1º de outubro, quando foram confirmados, pela Secretaria Estadual da Saúde, 480 casos e duas mortes pelo novo coronavírus. No período anterior, de 18 a 24 de setembro, foram 499 casos e oito mortes, ou seja, redução de 75% nos falecimentos e de 3,8% nas infecções.

Os falecimentos ocorreram com um casal de idosos, de Lajeado. O homem de 83 anos faleceu no último sábado (26) e a mulher, de 81, na terça-feira (29). A causa dos óbitos para a Covid-19 foi confirmada pelo Estado no boletim da quarta-feira (30).

A média ponderada da região de Lajeado foi de 0,74 na atual rodada. Na semana anterior, também em laranja, esteve em 0,83. A atual divulgação, que é preliminar, teve apenas uma das 21 regiões do programa em classificação vermelha. É a de Santa Maria. As demais estão em laranja.

Desde 28 de agosto a região de Lajeado tem bandeira laranja no sistema, o que permitiu a retomada e a manutenção das aulas e também dos esportes coletivos amadores. Em 4 de setembro recebeu a classificação vermelha, que acabou sendo revertida com recurso. Para ter os setores liberados é necessário cumprir pelo menos 14 dias em classificação amarela ou laranja.

Ao todo, o Estado avalia 11 critérios para determinar o risco de propagação do vírus, o que acaba refletindo na cor da bandeira: se amarela, laranja, vermelha ou preta. Desde o começo do programa, em maio, nenhuma das 21 regiões do Distanciamento Controlado recebeu a classificação preta, a mais grave no sistema.

Texto: Natalia Ribeiro
jornalismo@independente.com.br

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