Confira o que pode mudar caso a região receba Alerta do Estado

Comitê Técnico Regional apresentou plano de ação em assembleia virtual da Amvat aos prefeitos


0
Foto: Divulgação

Após o recebimento de dois avisos no Sistema Sistema 3As de Monitoramento do Estado para o Vale do Taquari, a Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat) voltou a se reunir nesta sexta-feira (11) em assembleia virtual e discutiu o plano de ação no caso da região receber o alerta. Os protocolos foram elaborados pelo Comitê Técnico Regional e apresentadas aos prefeitos pelo assessor jurídico da Amvat e membro do Comitê, Juliano Heisler.

O advogado explica que as ações estariam focadas na fiscalização e orientação. “Alteramos algumas medidas dos protocolos do Estado previstos no decreto estadual para as atividades de risco alto, aquelas atividades que nós entendiamos que caberiam ações complementares para a região”, diz.

Além disso, Heisler ressalta que o plano foi elaborado de forma preventiva e que, neste momento, é facultativa a sua adoção pelos municípios. “Esta é uma proposta do comitê, não é obrigatória neste momento, mas pode ser adotada para os municípios que desejarem. O comitê vem acompanhando os boletins epidemiológicos do Estado, e neste momento já oferece a Amvat o conhecimento sobre um protocolo de ações que devem ser tomadas em caso de alerta”, comenta.

A proposta foi disponibilizada a todos os prefeitos para sugestões e será avaliada na próxima semana. Se houver alerta, deve ser apreciada em assembleia da associação para posteriormente ser enviada ao Estado.

Confira algumas das ações propostas no caso de alerta ao Vale:

Proibição de música ao vivo em bares, restaurantes e lanchonetes e similares;

Aumento da fiscalização das medidas preventivas já estabelecidas pelo Estado (lotação e distanciamento);

Proibição de esportes coletivos e competições esportivas. Na área de esporte, dança e artes cênicas, seguir os protocolos do Estado mas suspender eventos, reuniões, confraternizações ou encontros reunindo grupos distintos;

Proibição da realização de eventos socais e entretenimento, permitindo somente festas infantis com predominância de crianças, com no máximo 50 pessoas.

Texto: Caroline Silva
jornalismo@independente.com.br