Conheça a rotina de uma motogirl

“Apesar de trabalhar na chuva, frio e ser perigoso, amo ser motogirl”, fala Franciele Wilsmann


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Foto: Joel Alves

Depois de ter trabalhado como cuidadora de idosos, cozinheira e em uma fábrica de calçados, Franciele Wilsmann (34) se encontrou profissionalmente.

Há cinco anos ela percorre as ruas do Estado com sua moto, entregando e recolhendo produtos. Em geral, circula mais pelo Vale do Taquari, mas não raro vai para a Região Metropolitana e Serra Gaúcha.


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Na última vez que foi para a serra, pegou uma pneumonia. Foi fazer uma entrega na cidade de Caxias do Sul e como não estava preparada para temperaturas tão baixas, ficou muito tempo molhada e passando frio. “Foi horrível! Eu toda molhada e um frio que chegava doer o corpo”, relembra ela.

Não só a chuva e o frio são problemas para um motoboy. O trânsito e o risco de assaltos também preocupam quem escolheu esta profissão. Apesar de nunca sofrer nenhum acidente, já foi assaltada. Na ocasião, dois homens armados levaram o celular.

Apesar das dificuldades relativas à profissão que escolheu, Franciele diz amar ser motogirl. “Apesar de trabalhar na chuva, frio e ser perigoso, amo ser motogirl”, fala orgulhosa Franciele Wilsmann.

Texto: Joel Alves

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