Conheça em detalhes a programação da 2ª Semana Farroupilha de Lajeado; cavalgada ainda é incerta

Tradicionalista classifica como um "grande desafio" realizar a Semana Farroupilha em meio a uma pandemia.


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Foto: Rodrigo Gallas

A 2ª Semana Farroupilha de Lajeado será aberta neste domingo (13), com acendimento da chama crioula e canto do hino riograndense na sede social do Grupo Independente, transformada em galpão farroupilha, a partir das 10h. Durante a semana que vem, serão realizados shows, sessões de bate-papo e oficinas virtuais, em função da pandemia de coronavírus. Neste ano, devido à crise sanitária, não haverá o Acampamento Farroupilha e as atividades serão virtuais com transmissões pelas rádios Independente AM e FM e Tropical FM, a maior parte, na semana, das 19h às 21h, transmitida dentro do programa “Bem Gaúcho”, da Tropical FM. Ao programa Troca de Ideias desta terça-feira (8), o radialista e integrante da organização Ditmar Born e o presidente da associação dos tradicionalistas de Lajeado, Daniel Becker, detalharam a programação.


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Uma das novidades será os shows na modalidade drive-in no Parque do Imigrante. Na sexta-feira (18) e no sábado (19), estão programadas apresentações de artistas como Stella Maris e dos grupos Lida Bruta, Bate Caso, Alma Crioula e Cincerro de Prata. A organização estima que cada sessão poderá contar com a presença de 80 a 100 carros.

O encerramento está previsto para o domingo, dia 20 de setembro, com a Celebração Crioula Ecumênica. A Prefeitura de Lajeado e entidades ligadas ao tradicionalismo gaúcho devem debater, nesta quarta-feira (9), a possibilidade da realização da tradicional cavalgada do dia 20 de setembro. O debate envolverá as secretarias de Saúde, Cultura e inspetoria veterinária. “Existe uma grande chance de a gente realizar a tradicional cavalgada, dentro dos protocolos sanitários”, afirma Becker.

O tradicionalista classifica como um “grande desafio” realizar a Semana Farroupilha em meio a uma pandemia. “É bastante complicado de administrar”, admite. Ditmar Born lembra da primeira edição para afirmar que “não podemos deixar a chama apagar”, mesmo com o momento delicado em que o evento se desenvolverá.

“Dentro das nossas limitações atuais, vai ser uma programação bem interessante”, observa Becker, ao citar atividades com informações sobre cavalo crioulo, rodeios, história da Semana Farroupilha.

 

 

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