Conheça perfil no Instagram que brinca com marcas de moda e celebridades

Igor Frossard criou o projeto Brazilian Couture, que traz artes fashion com personalidades de relevância nacional.


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A pandemia mexeu com a rotina e o imaginário de muita gente. Na moda, os impactos foram imensuráveis. No entanto, há quem aproveite o período sem precedentes para aflorar a criatividade e proporcionar diversão nas redes sociais. É o caso de Igor Frossard, diretor criativo que usa a conta pessoal no Instagram para dar vida ao projeto Brazilian Couture. A proposta engloba artes humorísticas que misturam nomes de grifes famosas com memes e celebridades brasileiras.

Igor Frossard, de 34 anos, é carioca, mas mora em São Paulo há pouco mais de quatro anos. Formado em publicidade, ele tem mestrado em comunicação de moda pelo curso da Vogue Espanha.

“Comecei trabalhando com conteúdo, marketing e branding de moda em marcas do Rio de Janeiro. Depois do mestrado, vim para São Paulo. Aqui, eu comecei tudo de novo, primeiro como assistente do Dudu Bertholini e, em seguida, em uma agência de publicidade, como coordenador de criação, na qual fiquei por dois anos até a pandemia forçar o encerramento das atividades da agência”, conta à coluna.

Em meio ao isolamento social devido à propagação do coronavírus, Frossard decidiu fazer alguns trabalhos por conta própria. Foi quando uma amiga compartilhou um meme da Lady Gaga com a Balenciaga que ele decidiu trazer a ideia para o nacional. Então, surgiu o Brazilian Couture. “Acho que usar marcas internacionais super-reconhecidas com imagens da cultura nacional é uma maneira de resgatar valores nossos”, opina o publicitário.

Os posts começaram no fim de outubro. De lá para cá, bombaram no Instagram. Por lá, estão diversas referências. A mistura de Ivete Sangalo com Bottega Veneta, por exemplo, virou “Bottega Veveta”. E se o nome do cantor Supla for mesclado com a famosa marca de streetwear Supreme? “Supleme”!

Não para por aí. Em homenagem ao humorista Mussum, do quarteto Os Trapalhões, a gigante do fast fashion se transformou em “Forevis 21”. Nem os padres Fábio de Melo e Marcelo Rossi escaparam da brincadeira, eles ganharam artes baseadas na Prada e na Kenzo, respectivamente.

Fonte: Metropoles

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