Construção civil lidera reação dos empregos com carteira assinada no Rio Grande do Sul

Os números correspondem ao saldo de vagas.


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Foto: Divulgação

Após a pandemia provocar demissões em massa, o Rio Grande do Sul ensaia retomada gradual na geração de empregos. Em julho e agosto, a economia gaúcha abriu 9,1 mil vagas formais. O desempenho positivo ocorreu após a destruição, entre março e junho, de 134,1 mil postos com carteira assinada. Ou seja, até o momento, o Estado recuperou parcela de 6,8% dos empregos fechados na crise do coronavírus.

Em termos percentuais, a construção é o setor que está à frente na tentativa de reação. Depois de perder 5,8 mil vagas entre março e junho, o segmento gerou quase 2,1 mil postos no intervalo de julho e agosto. Ou seja, as empresas do ramo retomaram 35,9% dos empregos cortados na pandemia.

Foram consultados os dados no Novo Caged, o cadastro do Ministério da Economia que contempla o mercado formal. Os números correspondem ao saldo de vagas. Esse indicador mede a diferença entre contratações e demissões. No caso da construção, o saldo positivo de quase 2,1 mil vagas decorreu de 11,9 mil admissões e 9,8 mil cortes. O alívio após a fase inicial da pandemia está relacionado a uma combinação de fatores.

Fonte: O Sul

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