“A criminalidade está controlada e mapeada”, afirma delegada regional de Polícia Civil

Shana Luft Hartz salienta que o trabalho de investigação e a ação rápida da polícia contribuem para aumentar a sensação de segurança


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Foto: Divulgação

A delegada titular da 19ª Delegacia Regional de Polícia, Shana Luft Hartz, em entrevista ao programa Operação Conjunta desta quinta-feira (23) afirmou que “a criminalidade está controlada e mapeada nos municípios do Vale do Taquari”, e que na abrangência de 20 delegacias, o trabalho dos agentes da Polícia Civil proporcionam êxito na identificação dos criminosos e as prisões estão ocorrendo. “Isso faz aumentar a sensação de segurança”. E para que se inicie um trabalho de forma paralela em todas as delegacias e não aos poucos, a 19ª promoveu a troca nos comandos entre cidades da região.

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“Não muda nada no trabalho de investigação. Não há prejuízos porque a equipe não muda, muda o delegado. As investigações permanecem normalmente. Já tínhamos trocas de informações entre delegados e acredito que não haverá prejuízo. Inclusive, há uma manutenção das investigações e também uma provocação para começarmos novas investigações”, diz a delegada.

Novos delegados e agentes

Após curso realizado para delegados de polícia e agentes, a 19ª Delegacia Regional não foi contemplada com delegados, pois há regiões do estado com maior necessidade. “Para nós vêm quatro novos agentes para integrar a região e acredito que dentro do possível teremos novos delegados aqui na região também”, comenta a delegada.

Inquéritos

“Dentro do âmbito policial, nós temos um mapeamento da criminalidade e a gente consegue mantê-la dentro de um limite razoável. Logo que acontece um homicídio, por exemplo, a gente logo vai atrás e está em cima do que aconteceu e as investigações são rápidas”, comenta a delegada Shana Luft Hartz.

A delegada regional diz que a Polícia Civil sabe do que está acontecendo na região, mas precisas chegar aos criminosos que estão por trás do tráfico de drogas e e outros crimes como assaltos e roubos. “Temos que atacar mais a questão do roubo, a questão do tráfico. Precisamos baixar o máximo possível. Nós partimos sempre do zero e a contribuição da comunidade é muito importante.”

Crimes contra a mulher

A delegada considera o crime contra a mulher uma questão cultural. “A gente tem que fazer um trabalho de formiguinha. Dia a dia. Tem que instrui as vítimas e a população em geral. A partir disto as denúncias serão incentivadas”, acredita.

Texto: Cícero Copello
am950@independente.com.br

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