“Dificilmente a gente consegue recurso para evitar alagamento”, diz presidente da Amat

Segundo Edemar Rovadoscki, também prefeito de Ilópolis, os valores normalmente são destinados para remediar o que já foi feito; ele afirma que a prioridade da entidade é buscar formas de reduzir os efeitos das enchentes


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Edemar Rovadoscki (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

A Associação de Municípios do Alto Taquari (Amat) tem focado suas ações em reduzir os efeitos das enchentes na região. Segundo o presidente da entidade e prefeito de Ilópolis, Edemar Rovadoscki, o grupo deve pensar em conjunto o que pode ser feito a partir de agora.

Ele relata que um município dificilmente “consegue recurso para evitar alagamento”, e sim valores para remediar o que já foi feito. Em sua visão, as barragens que armazenam água e a liberam de acordo com as condições do rio podem ser uma opção para controlar sua elevação.

Apesar disso, ele entende que antes de qualquer atitude é necessário realizar estudos aprofundados. “A Amat é parceira para batalhar junto, forçar os governos a tomar medidas, principalmente recursos para contratar o estudo e agir”, afirma.

Na cidade de Ilópolis, Rovadoscki relata que as maiores dificuldades foram vivenciadas no interior. Ao todo, 21 pontes e pontilhões foram danificados, o que exigirá de R$ 3 a R$ 4 milhões em recursos para o restabelecimento completo. Isso representa cerca de 10% do orçamento previsto para o município neste ano.

Texto: Eduarda Lima
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