DJ se solidariza com as vítimas de Covid, mas pede um olhar especial para o setor de eventos

DJ Moisés de Assis Oliveira, da Digital Dance, detalha o impacto da pandemia na renda dos profissionais de eventos


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Foto: Divulgação

O DJ Moisés de Assis Oliveira, da Digital Dance, relatou o impacto que a pandemia de coronavírus tem na renda dos profissionais de eventos. Ele é DJ há mais de 20 anos, e há pelo menos 6 atuava focado na área de eventos sociais. Desde que a crise de saúde foi deflagrada, há pouco mais de um ano, Moisés ficou impossibilitado de fazer eventos, e o que tem lhe salvado em matéria financeira são algumas lives e trabalhos como pintor. Porém, mesmo essa atividade também fica restrita em tempos de Covid-19.


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Moisés se solidariza com as vítimas da pandemia, e valoriza o trabalho de quem está na linha de frente na saúde. “A doença é séria e pegou todos de surpresa. A gente tem que se preocupar, temos que nos cuidar, das famílias e dos amigos”, defende.

Mas, por outro lado, pede um olhar especial para a classe artística e de eventos. O DJ ressalta que os profissionais de eventos querem voltar ao trabalho, seguindo todos os protocolos como higienização constante, distanciamento social e uso de máscaras.

“Já vai fazer um ano e dois meses que não tem nada de eventos”, lembra. “Tem muita gente que depende disso aqui no Vale do Taquari”, aponta. Em DJs, Moisés estima que são ao menos 50 profissionais na região. Ele ressalta, porém, que o setor de eventos engloba desde quem trabalha com música ao vivo, decoradores, garçons, profissionais da parte técnica. “A gente tem que se cuidar. O vírus não é brincadeira. Mas tá chegando num limite. A gente precisa voltar a trabalhar”, pede.

“O prefeito da nossa cidade e o governador do estado tem que olhar para a nossa classe com mais carinho, porque está na hora de a gente começar a trabalhar”, suplica.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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