É preciso perdoar: ciência confirma ligação da mágoa com infarto

O perdão tem sido visto como a possibilidade de viver melhor e com mais saúde.

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Foto: Ilustrativa

É preciso dizer: “Eu te perdoo”. A conclusão é da Medicina e da Psicologia que, juntas, começam a comprovar que o corpo reage negativamente a sensações como o ressentimento e a raiva. Os infartos, por exemplo, são associados, em alguns casos, a pessoas que não conseguem perdoar.

Enquanto isso, o perdão tem sido visto como a possibilidade de viver melhor e com mais saúde. Uma questão não apenas subjetiva, mas que faz parte do campo da saúde.

A atenção da ciência em relação ao assunto ganhou força nos últimos 15 anos. Os exames mais modernos de imagem como os eletromagnéticos começaram a medir com mais precisão a reação do cérebro e, consequentemente, do coração a situações de estresse similares ao perdão.

É do cérebro que partem estímulos nervosos para o coração e o resto do corpo. A Psicologia, principalmente depois do advento da Psicanálise, em 1920, sempre se interessou pelos processos inconscientes e subjetivos dos seres humanos.

Fonte: Correio 24horas

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