Efeitos colaterais graves da vacina são raros em crianças, mostra estudo

Um estudo concluiu que problemas graves são extremamente raros entre crianças de 5 e 11 anos que receberam a vacina Pfizer/BioNTech


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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças norte-americano (CDC, na sigla em inglês) divulgou na quinta-feira (30) dois estudos que destacam a importância da vacinação de crianças contra o coronavírus. Um estudo concluiu que problemas graves são extremamente raros entre crianças de 5 e 11 anos que receberam a vacina Pfizer/BioNTech.

O outro, que analisou centenas de internações pediátricas em seis cidades dos Estados Unidos no último verão, revelou que quase todas as crianças que ficaram gravemente doentes não haviam sido totalmente vacinadas. Mais de 8 milhões de doses da vacina da Pfizer foram administradas em crianças de 5 a 11 anos nos EUA até agora.

A preocupação com fatores desconhecidos de uma nova vacina fez com que os pais hesitassem em permitir a vacinação de seus filhos, incluindo aqueles que preferem esperar pela imunização mais ampla, que poderá revelar qualquer problema raro. Em 19 de dezembro, cerca de seis semanas depois do início da campanha para vacinar crianças de 5 a 11 anos, o CDC informou ter recebido poucos relatos de problemas sérios.

A agência avaliou relatórios recebidos de médicos e do público, assim como respostas a pesquisas com pais ou responsáveis por aproximadamente 43 mil crianças nessa faixa etária. Muitas das crianças pesquisadas relataram dor no local da injeção, cansaço ou dor de cabeça, principalmente após a segunda dose. Aproximadamente 13% dos entrevistados relataram febre depois da segunda injeção.

Fonte: Revista Oeste

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