“Eleitor distingue cada vez mais o que é uma proposta possível de uma que não vai ser executada”, afirma Marcelo Caumo

Emocionado, prefeito e candidato à reeleição em Lajeado faz uma retrospectiva da campanha de 2020.


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Marcelo Caumo busca a reeleição pelo PP em Lajeado (Foto: Rodrigo Gallas)

O prefeito e candidato à reeleição em Lajeado, Marcelo Caumo (PP), fez uma retrospectiva emocionada deste processo eleitoral de 2020, marcado por ser realizado em um período de pandemia de coronavírus. “É um ano difícil, é um ano tenso e a emoção toma conta, porque nós nos dedicamos em todas as ações e uma eleição pela frente, colocar à prova tudo isso realmente é emocionante. Quando passa esse filme pela cabeça, a gente sai com a sensação de dever cumprido”, relatou ele, em entrevista na manhã deste domingo (15) à Rádio Independente.


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Caumo afirmou que foi uma eleição completamente diferente. Ele lembra que em 2012 foram 90 dias de período de campanha. Em 2016, 45 dias, mais a pré-campanha. Já neste ano, foram somente os 45 dias, com as restrições impostas pela pandemia.

“Dos últimos todos os candidatos de todos os prefeitos, eu sou o único que está tendo a oportunidade de, pela terceira vez consecutiva, estar participando do pelito”, lembra. “Também por isso, esse momento emociona, porque, se tudo der certo, na próxima eleição, o Marcelo não pode ser candidato por uma imposição legal. São novos horizontes, novos desafios, novas propostas que vêm pela frente.”

O prefeito também fala sobre o crescimento das três filhas em meio ao contexto político. “2020 vai ficar marcada na minha vida, na minha história particular, que as minhas meninas começaram a entender um pouco mais do processo eleitoral e a se envolver”, ressalta.

Caumo diz que “o eleitor cada vez mais distingue o que é uma proposta possível do que é uma proposta que não vai ser executada. Então, isso é muito importante para a definição do voto, e que bom que a gente vem caminhando neste sentido, porque, como na nossa casa, o orçamento temos que gastar menos do que arrecadamos. Mas aquilo que a gente se compromete, a gente tem que cumprir”, afirma.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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