Em ano de pandemia, Lajeado fecha 2020 com saldo positivo de empregos e de novas empresas e MEIs

Para o secretário do Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agricultura do município, André Bücker, os dados comprovam a força da diversificada cadeia produtiva do município.


0
Foto: Rafael Scheeren Grün

Mesmo com a pandemia impondo dificuldades aos empreendedores, com restrições ao atendimento, menos pessoas circulando pelas ruas e cenário de incertezas, Lajeado fechou o ano de 2020 com saldo positivo na criação de empregos, de novas empresas e de Micro Empreendedores Individuais (MEIs).

O número de empresas que abriram as portas superou o de estabelecimentos que encerraram as atividades: foram criadas 702 novas empresas, enquanto 250 fecharam, resultando em saldo positivo de 452 empresas. Com relação ao número de MEIs, 1.459 foram criadas e 510 fecharam, restando um saldo positivo de 949 MEIs. Já o saldo de empregos foi de 741 no acumulado do ano.

Em comparação, em 2019 foram criadas um total de 802 novas empresas, enquanto 328 encerraram suas atividades, terminando com um saldo positivo de 474 empresas. Com relação ao número de MEIs, 1.454 foram criadas e 723 fecharam, restando um saldo positivo de 731 MEIs naquele ano.

Para o secretário do Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agricultura (Sedetag) de Lajeado, André Bücker, a análise dos dados de abertura de empresas no município, de uma forma geral, e também das MEIs indicam um panorama positivo das atividades dos empreendedores na cidade.

“Mesmo sendo 2020 um ano em que a sociedade mundial foi atingida pelos efeitos da pandemia, o saldo do número de 452 empresas constituídas foi praticamente igual ao número de empresas constituídas no ano anterior . Também tivemos um saldo positivo de 741 empregos gerados. São índices que comprovam a força da diversificada cadeia produtiva da cidade, que conseguiu superar as adversidades e seguir crescendo, senão no mesmo patamar de anos anteriores, muito perto disso”, destaca Bücker.

“Quanto ao expressivo número de MEIs constituídas em 2020, isso mostra a vocação empreendedora da população, que buscou alternativas e tem na microempresa individual a possibilidade de um começo com baixo custo e com novas oportunidades, sendo o dono de seu próprio negócio”, complementa o secretário. AI/MF

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário!
Por favor, coloque o seu nome aqui